7 ótimos livros da literatura húngara

Ainda existe, no Brasil, um grande desconhecimento sobre a literatura húngara e seus principais escritores.

Por esse motivo, preparei uma pequena lista com o objetivo de apresentar algumas obras daquele país.

literatura húngara

Um pouco sobre a literatura húngara

Basicamente, entendemos a literatura húngara como aquela literatura produzida na língua húngara (também conhecida como magiar).

Em nosso mercado editorial, já dispomos de alguns títulos interessantes. Algumas das obras foram traduzidas do inglês, no entanto também temos livros cuja tradução foi realizada diretamente do húngaro.

O início do século XX foi especialmente importante para a consolidação da literatura húngara, principalmente graças ao surgimento da revista “Nyugat” (que, em húngaro, quer dizer “Ocidente”), em 1908.

O nome “Ocidente” não foi uma escolha qualquer. Havia, entre os escritores e intelectuais húngaros, um grande interesse em se aproximar dos padrões culturais promovidos pela Europa ocidental, principalmente de países influentes como Inglaterra e França.

Nyugat

Grandes escritores, poetas e críticos literários publicaram nessa revista. Alguns nomes: Gyula Krúdy, Endre Ady, Dezso Kosztolányi, Frigyes Karinthy, entre outros.

Após a queda do regime comunista, em 1989, a literatura daquela região começa a ganhar maior notoriedade no cenário mundial, ultrapassando os limites de sua fronteira. Um bom exemplo veio através do escritor Imre Kertész, ganhador do Prêmio Nobel em 2002.

Outros escritores húngaros importantes são: Ferenc Molnar, Ágota Kristóf, Magda Szabó, Sándor Márai, István Örkény, Margit Kaffka, Péter Esterházy etc.

Separei, então,  7 dicas de livros que servem como uma espécie de introdução para o fascinante universo da literatura húngara.


Veja também:


7 dicas de literatura húngara

 

• Contos Húngaros

Autor: Gyula Krúdy, Dezsö Kosztolányi, Géza Csáth e Frigyes Karinthy
Editora: Hedra

Trecho da sinopse: “Dez contos inéditos de quatro dos autores mais representativos da literatura húngara compõem esse livro. Gyula Krúdy, Dezsö Kosztolányi, Géza Csáth e Frigyes Karinthy fornecem um impressionante panorama da maestria da prosa húngara do início do século XX, representando tanto a última geração a amadurecer antes da Primeira Guerra até a primeira geração de escritores a colaborarem com a revista Nyugat.”

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• O Tradutor Cleptomaníaco e Outras Histórias de Kornél Esti

Autor: Dezsö Kosztolányi
Editora: Editora 34

Trecho da sinopse: “O tradutor cleptomaníaco reúne treze histórias de Dezsö Kosztolányi (1885-1936), um mestre do conto e atualmente um dos nomes mais cultuados da literatura húngara. Publicadas nos anos 1930, as narrativas aqui selecionadas têm em comum o personagem Kornél Esti — boêmio frequentador dos cafés de Budapeste e alter ego do escritor — e uma forma leve, desconcertante e irônica de abordar as grandes questões da vida moderna.”

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• As Brasas

Autor: Sándor Márai
Editora: Companhia das Letras

Trecho da sinopse: “As brasas é um romance sobre a amizade, a paixão amorosa e a honra. Conta a história de dois homens que não se veem há 41 anos. Foram amigos inseparáveis na infância, mas um dia, em 1899, um deles desapareceu. Algo muito grave aconteceu naquele dia, e é esse o enigma que agora, já no fim da vida, eles vão decifrar.”

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• O Companheiro de Viagem

Autor: Gyula Krúdy
Editora: Cosac & Naify

Trecho da sinopse: “Embora seja autor de uma obra imensa e das mais importantes de seu país, o escritor húngaro Gyula Krúdy (1878-1933) é pouco conhecido fora de seu país. Conforme notou o crítico Paulo Rónai, os estranhos romances e muitos contos e novelas do autor “constituem um único livro extenso e nunca terminado, o relato de uma saudosa viagem no passado romântico, interrompido por divagações e incidentes, sem outro fio senão o das associações involuntárias, numa linguagem exuberante e musical”. Traduzido diretamente do húngaro, este romance escrito em 1918, em meio à destruição da Primeira Guerra Mundial, é o primeiro livro de Krúdy publicado no Brasil e constitui um dos momentos altos dessa narrativa única e contínua.”

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• Os Meninos da Rua Paulo

Autor: Ferenc Molnar
Editora: Cosac & Naify

Trecho da sinopse: “A história dos meninos que travam batalhas de vida ou morte nas ruas de Budapeste, no final do século XIX, ainda fascina leitores de várias gerações. Publicado em 1907, este livro projetou mundialmente o húngaro Ferenc Molnár (1878-1952). Está para nascer quem não se identifique com o espírito de amizade e heroísmo presente nesta obra maravilhosamente traduzida por Paulo Rónai.”

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• The Door (em inglês)

Autor: Magda Szabo
Editora: Tra

Trecho da sinopse: “The Door is an unsettling exploration of the relationship between two very different women. Magda is a writer, educated, married to an academic, public-spirited, with an on-again-off-again relationship to Hungary’s Communist authorities. Emerence is a peasant, illiterate, impassive, abrupt, seemingly ageless. She lives alone in a house that no one else may enter, not even her closest relatives. She is Magda’s housekeeper and she has taken control over Magda’s household, becoming indispensable to her. And Emerence, in her way, has come to depend on Magda. They share a kind of love—at least until Magda’s long-sought success as a writer leads to a devastating revelation.”

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• Liquidação

Autor: Imre Kertész
Editora: Companhia das Letras

Trecho da sinopse: “B., um escritor húngaro, suicida-se e deixa como legado uma peça de teatro intitulada Liquidação . Um dos personagens do manuscrito é o editor de B., Amargo, o protagonista deste desconcertante romance do ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 2002, Imre Kertész. É Amargo que, analisando a peça e investigando o passado do amigo morto, descobre as causas mais profundas de um gesto tão radical.”

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Conclusão

Conhece outros livros da literatura húngara? Se você sentiu falta de mais obras da literatura húngara nessa lista, deixe o seu comentário com opiniões e sugestões de leitura!

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